Futebol Nacional
Supertaça vai para o Porto
Um golo solitário de Victor Froholdt levou o FC Porto à conquista da Supertaça Cândido de Oliveira pela 25.ª vez, com uma vitória por 1-0 sobre o Torreense.
No Estádio Cidade de Coimbra, o médio dinamarquês fez a diferença aos 38 minutos, ao corresponder de cabeça ao cruzamento de Pepê, e deu continuidade logo na primeira decisão nacional de 2026/27 às credenciais mostradas na época passada, quando foi eleito melhor jogador da I Liga.
Froholdt resolveu um jogo sem encanto, com traços de pré-temporada e pautado pela combatividade do Torreense, cuja condição de clube da II Liga não impediu de nivelar a posse de bola e terminar com mais remates.
Ao vencer a Supertaça pela 25.ª vez em 35 possíveis, o FC Porto reforçou a sua hegemonia na única competição interna da qual é o emblema mais titulado, volvida a reconquista do título de campeão quatro épocas depois.
Os ‘dragões’ não arrebatavam a Supertaça há dois anos e mantiveram a tendência de domínio dos ‘grandes’, agora com 29 triunfos consecutivos, além de se terem destacado do Benfica no recorde de troféus seniores masculinos no futebol português, acumulando 88, contra 87 das ‘águias’.
O Torreense tornou-se o 18.º clube a disputar a habitual prova de abertura da temporada, mas falhou um inédito triunfo de representantes dos escalões secundários, após ser o primeiro fora da I Liga a ganhar a Taça de Portugal.
André Silva, de volta ao FC Porto nove anos depois, foi a única novidade entre os titulares da equipa treinada pelo italiano Francesco Farioli, enquanto os reforços Adriel e Nuha Jatta jogaram de início no Torreense.
O conjunto de Luís Tralhão começou afirmativo e criou perigo no primeiro quarto de hora, tendo Javi Vázquez (dois minutos), de livre direto, e Dany Jean (11) testado o guarda-redes Diogo Costa de longe, por entre um ataque rápido mal definido por Musa Drammeh na área adversária (nove).
Os ‘dragões’ reagiram através de André Silva, que cabeceou para defesa fácil de Adriel (minuto 11), após um lance de Gabri Veiga, e atrapalhou-se na pequena área ao tentar emendar um cruzamento de Alberto Costa (22).
Contido o ímpeto inicial do Torreense, o FC Porto começou a apoderar-se da bola e desmarcou os dois extremos à meia hora, mas William Gomes atirou ao lado ao segundo poste a passe de Pepê, projetado por Froholdt.
Os ‘azuis grená’ jogavam cada vez mais recuados e não resistiram aos 38 minutos, quando Pepê centrou na esquerda e Froholdt marcou de cabeça.
O FC Porto serenava a caminho do intervalo, mas quase desbaratou essa vantagem já nos descontos, valendo uma defesa de Diogo Costa aos pés de Léo Azevedo, numa jogada de insistência do Torreense (45+2 minutos).
No reatamento, Farioli trocou Jan Bednarek, fisicamente condicionado, por Alan Varela e improvisou com Pablo Rosario na dupla de defesas-centrais, vendo a sua equipa no típico registo controlador, sem forçar desequilíbrios.
Varela atirou contra Froholdt em posição frontal (47 minutos) e André Silva esbarrou em Adriel (58), de livre direto, numa segunda parte com alguma réplica do conjunto do oeste, expressa num par de tentativas por cima de Azevedo (79) e Karem Zoabi (87), um dos reforços que saíram do banco.
Pelo meio, Deniz Gül (84 minutos), nada assertivo a tentar fintar Adriel, e o suplente e recém-contratado Hwang In-beom (88), para intervenção apertada do guarda-redes, procuraram dar outro conforto aos campeões nacionais, que comemoraram o segundo troféu sob orientação de Farioli.
Froholdt resolveu um jogo sem encanto, com traços de pré-temporada e pautado pela combatividade do Torreense, cuja condição de clube da II Liga não impediu de nivelar a posse de bola e terminar com mais remates.
Ao vencer a Supertaça pela 25.ª vez em 35 possíveis, o FC Porto reforçou a sua hegemonia na única competição interna da qual é o emblema mais titulado, volvida a reconquista do título de campeão quatro épocas depois.
Os ‘dragões’ não arrebatavam a Supertaça há dois anos e mantiveram a tendência de domínio dos ‘grandes’, agora com 29 triunfos consecutivos, além de se terem destacado do Benfica no recorde de troféus seniores masculinos no futebol português, acumulando 88, contra 87 das ‘águias’.
O Torreense tornou-se o 18.º clube a disputar a habitual prova de abertura da temporada, mas falhou um inédito triunfo de representantes dos escalões secundários, após ser o primeiro fora da I Liga a ganhar a Taça de Portugal.
André Silva, de volta ao FC Porto nove anos depois, foi a única novidade entre os titulares da equipa treinada pelo italiano Francesco Farioli, enquanto os reforços Adriel e Nuha Jatta jogaram de início no Torreense.
O conjunto de Luís Tralhão começou afirmativo e criou perigo no primeiro quarto de hora, tendo Javi Vázquez (dois minutos), de livre direto, e Dany Jean (11) testado o guarda-redes Diogo Costa de longe, por entre um ataque rápido mal definido por Musa Drammeh na área adversária (nove).
Os ‘dragões’ reagiram através de André Silva, que cabeceou para defesa fácil de Adriel (minuto 11), após um lance de Gabri Veiga, e atrapalhou-se na pequena área ao tentar emendar um cruzamento de Alberto Costa (22).
Contido o ímpeto inicial do Torreense, o FC Porto começou a apoderar-se da bola e desmarcou os dois extremos à meia hora, mas William Gomes atirou ao lado ao segundo poste a passe de Pepê, projetado por Froholdt.
Os ‘azuis grená’ jogavam cada vez mais recuados e não resistiram aos 38 minutos, quando Pepê centrou na esquerda e Froholdt marcou de cabeça.
O FC Porto serenava a caminho do intervalo, mas quase desbaratou essa vantagem já nos descontos, valendo uma defesa de Diogo Costa aos pés de Léo Azevedo, numa jogada de insistência do Torreense (45+2 minutos).
No reatamento, Farioli trocou Jan Bednarek, fisicamente condicionado, por Alan Varela e improvisou com Pablo Rosario na dupla de defesas-centrais, vendo a sua equipa no típico registo controlador, sem forçar desequilíbrios.
Varela atirou contra Froholdt em posição frontal (47 minutos) e André Silva esbarrou em Adriel (58), de livre direto, numa segunda parte com alguma réplica do conjunto do oeste, expressa num par de tentativas por cima de Azevedo (79) e Karem Zoabi (87), um dos reforços que saíram do banco.
Pelo meio, Deniz Gül (84 minutos), nada assertivo a tentar fintar Adriel, e o suplente e recém-contratado Hwang In-beom (88), para intervenção apertada do guarda-redes, procuraram dar outro conforto aos campeões nacionais, que comemoraram o segundo troféu sob orientação de Farioli.
(Com Lusa)